Em recente apresentação em Berlim, no último dia 5 de julho, Eddie Vedder e Cia homenagearam os ingleses do Pink Floyd ao rolar uma versão de "Mother", parte integrante do lendário disco The Wall. Para nossa sorte um fã gravou tudo e disponibilizou mais essa preciosidade no YouTube. Vi no Tenho Mais Discos Que Amigos. Saca só!
segunda-feira, 9 de julho de 2012
Verdades do velho safado
"Eu era pior que qualquer puta; uma puta só toma seu dinheiro, nada mais. Eu bagunçava vidas e almas como se fossem brinquedos. Como é que eu ainda me considerava um homem? Como é que eu ainda escrevia poemas? Eu era feito de quê, afinal?"
- Charles Bukowski
sexta-feira, 6 de julho de 2012
quarta-feira, 4 de julho de 2012
Beck + MGMT + Devendra Banhart = Master Song
Saca só a homenagem que essa galera prestou ao mestre Leonard Cohen regravando "Master Song". Curti demais! E você?!
terça-feira, 3 de julho de 2012
Uma breve história do rock n´ roll em 100 riffs
Usando uma Fender Stratocaster de quase U$33,000.00, Alex Chadwick tocou 100 famosos riffs de guitarra em uma única tomada para nos presentear com uma história cronológica do bom e velho rock n'roll. Vi no Face do Coelho. Curte só!
Nome próprio da cultura
Um artigo sensacional do professor de filosofia da USP Vladimir Safatle em sua coluna semanal na Folha de S. Paulo
Por Vladimir Safatle
De um lado, há aqueles para quem os investimentos em cultura se justificam por permitir o desenvolvimento da "economia criativa". Nessa visão, cultura é bom porque gera empregos, turismo e desenvolvimento econômico.
De outro, há os que veem a cultura como ponta de lança de serviços de assistência e integração social. Mais música e menos violência --é o que alguns gostam de dizer, como se houvesse alguma forma de relação direita possível. O que abre um perigoso flanco: se o índice de violência não baixar, o investimento em música parece perder o sentido.
Por fim, há os que compreendem cultura como um mero complemento para a educação. Todas as ações culturais devem estar integradas em um projeto educacional pedagógico.
Há de lembrar a tais pes- soas que a cultura ocidental construiu seu lugar exatamente por meio da recusa dessas três tutelas. Platão e Rousseau, por mais que enunciassem pensamentos distintos, tinham ao menos a similitude de ver a arte como uma pedagogia para o bem-viver em sociedade. Não por outra razão, um expulsou os artistas de sua cidade ideal e o outro brigava para não abrirem um teatro em Genebra. Afinal, Dostoiévski, Francis Bacon, John Cage e Paul Celan não são exatamente companheiros na arte da descoberta do bem-viver. A arte serve mais para desestabilizar visões de mundo do que para referendá-las.
Já a subsunção das discussões culturais aos imperativos da nova "economia criativa" é só mais uma maneira de justificar a lógica de mercador de certos administradores culturais. Assim, eles podem financiar o que circula mais, já que a alta circulação é o critério fundamental para a avaliação dos processos de produção econômica.
Como Britney Spears sempre circulará mais do que Anton Webern, fica justificada a transformação do Estado em departamento de desenvolvimento de subprodutos culturais para a indústria. Daqui a pouco, teremos baile funk pago pela Secretaria da Cultura (ainda por cima, com a desculpa de que se trata de manifestação popular).
Mas o Brasil mereceria um debate cultural que não precisasse de muletas para se justificar e que não tentasse perpetuar falsos dilemas --como cultura elitista x cultura popular, cultura dos países dominantes x cultura da periferia e outros absurdos do gênero.
Aqueles que acreditam que a cultura serve, sobretudo, para desestabilizar visões de mundo e compreender a força crítica das formas estéticas deveriam parar de falar em voz baixa.
Fonte: Folha de S.Paulo.
segunda-feira, 2 de julho de 2012
O novo clipe do Spiritualized
Dirigido por Vincent Haycock, o vídeo de "Little Girl" foi gravado em Eisenhüttenstadt (algo como Cidade de Ferro), no distrito de Brandemburgo, na fronteira da Alemanha com a Polônia, e caiu na rede na manhã desta segunda.
O clipe narra a história de uma menina que rouba a moto e a grana do pai, e escapa para sua tão sonhada liberdade pessoal. A protagonista é interpretada por Chesca Miles, uma das melhores dublês de motos da Inglaterra.
"Little Girl" faz parte do mais recente álbum do Spiritualized, "Sweet Heart, Sweet Light".
"Little Girl" faz parte do mais recente álbum do Spiritualized, "Sweet Heart, Sweet Light".
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